29 agosto 2008

Fundadora do FLICKR vai pra Creative Commons




“A criatividade floresce quando as idéias se libertam dos impedimentos legais, quando as pessoas estão aptas a dar e receber.

Em meu trabalho e na minha vida pessoal, eu tenho visto a forma como a Creative Commons tem removido obstáculos, permitindo que a cultura e as idéias se libertem”

Caterina Fake, agosto de 2008

A informação foi publicada no próprio blog de Lawrence Lessig, que, de certa forma, dá boas vindas à Caterina Fake.

Ela fará parte do conselho da Creative Commons, associação que cuida do sistema de licenças de direitos autorais de gestão aberta.

O site de fotos Flickr, do qual é fundadora ao lado do marido Stewart Butterfield, foi criado em 2004, e, no ano seguinte, foi comprado pela Yahoo!. Os dois passaram a ser funcionários da empresa de busca.

Neste ano, Fake e o seu marido pediram as contas da Yahoo!. Na verdade, devido ao nascimento de sua filha, ela já andava um pouco afastada do site.

Com isso o casal cumpriu um ditado que já ouvi por aí, de que, após uma empresa ser comprada, seus fundadores permanecem no comando por no máximo 3 anos.

O Flickr foi um dos primeiros sites a adotar o sistema de licença da Creative Commons

27 agosto 2008

"O MARAVILHOSO MUNDO DO ZÉH PALITO".

Danilo Pauer - Zéh Palito.

http://www.flickr.com/photos/zehpalitohttp://www.fotolog.com/pauerrr


Expo " O Maravilhoso Mundo do Zéh Palito ".
Abertura 30 de Agosto de 2008.
19 Hs - Vó Zuzu Atelier.
Av. Cristovão Colombo, 342.
Porto Alegre - RS
Visitação: 01 de Setembro a 06 de Setembro.
Horário: 13:00 hs às 17:00 hs.

25 agosto 2008

20 agosto 2008


alunos do curso " Produtor Cultural comunitario" que e realizado pelo Instituto Tr.i e FLD visitam a mostra Transfer

18 agosto 2008

ouça Podcast com ROOTS MANUVA clicando aqui

e aqui novo clip

15 agosto 2008

a mesma noticia, abordagens!? diferentes


LIBERTAS QUAE SERA TAMEN!

A arma secreta da indústria discográfica e cinematográfica para travar por todas as formas a partilha de ficheiros - tanto online como offline - dá pelo nome de “Acordo de Comércio Anti-Contrafacção” (ACTA) e consiste num acordo comercial de âmbito internacional que se encontra a ser negociado entre representantes dos Estados Unidos, Comissão Europeia, Japão, Suiça, Canadá, Austrália, Coreia do Sul, México e Nova Zelândia.

Um dos pontos mais polémicos deste acordo secreto é o facto de conceder autoridade aos funcionários das alfândegas para revistarem computadores portáteis, iPods e outros dispositivos em busca de conteúdos potencialmente ilegais, bem como para confiscar e destruir equipamento sem que tenham sequer de obter uma queixa de um detentor de direitos. Mais ainda, os cartéis da Propriedade Intelectual querem também aplicar sanções criminais - e não apenas civis - a partilha online de ficheiros sem autorização dos titulares de direitos, equiparando-a assim de facto à pirataria com fins comerciais utilizando como justificação o argumento completamente falacioso de que se tratam ambas de práticas que prejudicam de igual modo o detentor de direito.

Para além de todo o processo de negociação da ACTA ter decorrido até agora em total secretismo - e se não fosse uma alma caridosa ter feito chegar anonimamente à Wikileaks o documento da proposta, a opinião pública mundial não teria tido qualquer conhecimento dele -, tudo foi feito de modo a deixar de fora os países periféricos que representam a maioria da população do globo e que seguem políticas que muito desagradam às editoras, estúdios de cinema, farmacêuticas e outras indústrias que dependem dos direitos de autor e das patentes.

A última reunião no âmbito das negociações sobre a ACTA está a decorrer desde terça-feira em Washington, nos Estados Unidos, e termina hoje. Como ...

09 agosto 2008

Agosto 2008

Oficina de Graffiti 1° dia - Santander Cultural
Hisake - sirilo - lucas
Projeto Palavras - Relaxation - Introdusom
Don L / Costa a Costa

04 agosto 2008

PROJETO PALAVRAS - AGOSTO

O rapper Don L , mc do grupo Costa a Costa da cidade de Fortaleza , estara em Porto Alegre dias 6,7 de agosto, participando do Projeto Palavras do Instituto Trocando Ideia , e divulgação do novo trabalho do grupo a Mix Tape Sexo, Drogas e Violencia de Costa a Costa .

Terça feira
Palavras - Introdusom - Relaxation
com Don L, Thiago Jucá, Fabiana Menini
coordenação Leo e Torvi
IPA

Quarta Feira
Sarau do Bezerra
Barato Bar
sarmento leite 969
ingresso 1 real ou um agasalho
20h

24 julho 2008

21 julho 2008

OFICINA DE GRAFFITI


ATIVIDADES SIMULTÂNEAS

TRANSFER_ cultura urbana. arte contemporânea. transferências. transformações.

A programação das atividades simultâneas à mostra TRANSFER_ cultura urbana. arte contemporânea. transferências. transformações. traz um calendário com encontros, workshops, oficinas, palestras, seminários e percursos urbanos envolvendo parcerias com instituições representativas da comunidade, de governos, da iniciativa privada, de entidades, meio acadêmico e ONG’s.

OFICINA DE GRAFFITI

A oficina de graffiti objetiva a “transferência” entre os espaços de forma a contribuir para a constante criação de novas formas de integração com o espaço da cidade e também revitalização e qualificação urbana.

Dividida em módulos teórico e prático será realizada pelos artistas: Hisake, Sirilo e Lucas NCL. Hisake é um artista urbano com exposições individuais no Brasil e França, Sirilo é um hip hoper completo: canta, dança e grafita e Lucas NCL integrou o Projeto Circulando e possui intervenções com graffiti em 06 capitais brasileiras.

Com duração de 03 dias, no primeiro dia o grupo irá conhecer as técnicas de graffiti e planejar o projeto da intervenção urbana que será realizada em área cedida pela Trensurb: no muro de contenção do trem da Avenida Castelo Branco.
Coordenação: Instituto Tr.i e integra o Projeto Identidade de Rua.

Patrocínio: Colorgin

Apoio: Trensurb e ATIVA.

Quando:

Dias 08, 09 e 10 de agosto.

Horário:

Dia 08/08 – das 18hrs às 21hrs

Dias 09 e 10/08 – das 10hrs às 17hrs*.

* Saída do Santander Cultural às 9:30hrs.

Local:

Sala Multiuso do Santander Cultural

Público-alvo:

Grafiteiros, estudantes de arte, design, apreciadores e público em geral.

Número de participantes:

20 participantes.

Inscrições:

As inscrições podem ser realizadas até o dia 05/08 ou até o preenchimento das vagas pelo e-mail: scultura@santander.com.br

* Transporte e alimentação estão incluídos na inscrição. Idade mínima para participar da oficina: 18 anos.

19 julho 2008

14 julho 2008


Porto Alegre se transforma mais vez na cena da arte sem memória. Da arte que foi construída através da atitude de poucos, e que hoje, muitos apenas seguem e querem ter, sem ter a consciência que difere o ato de ser do mero prazer de ter. Quando, ainda, não a distorcem para parecer-lhe que está enraizada em seus conceitos fúteis.
O que criamos, hoje serve para oportunistas (desalmados e desrespeitosos), se apropriarem e se promoverem as custas da audácia de poucos que fizeram o que tinha de ser feito, que fizeram de coração.

Não sou burro ao ponto de prezar pelo bairrismo, mas Porto Alegre merece o devido respeito.

"As ruas estão te olhando" - mantenha isso em sua cabeça.

Isso pode parecer a você o que quiser, mas tenha certeza é, minha opinião, o que vejo ao redor. Se você compreende, é por que viveu com a mesma intensidade esta história de que falo.

txt hisake
www.myspace.com/aarvore

09 julho 2008

MONSANTO

07 julho 2008

S.P.O.T


Nossa amiga Ana de Portugal, fazendo barulho na cidade do Porto.

S.P.O.T.
Sociedade Portuense, Outras Tendências
www.myspace.com/spotarte

06 julho 2008


Vagas para curso de produtor cultural comunitário

Estão abertas as vagas para o primeiro grupo do curso Produtor Cultural na Comunidade, para Porto Alegre e grande POA. São 20 vagas para jovens de 16 a 26 anos, estudantes ou não, trabalhadores formais ou não, de comunidades periféricas, que estejam participando de um grupo organizado ou que desenvolvam algum atividade cultural nas áreas de dança, muúsica, artes plásticas ou conhecimento. As vagas deverão ser preenchidas com pelo menos 30% de mulheres.

A proposta objetiva formar e capacitar jovens para atuarem na cadeia produtiva da cultura como produtores, agentes e ou ativistas culturais, colocando como premissa da ação o bem coletivo.

O Instituto Tri, que promove o curso, tem atuado com formação de platéias, divulgação e promoção de artistas das periferias de Porto Alegre (RS), apoiando, planejando e acompanhando suas carreiras. Também vem observando que jovens cada vez mais investem na cultura como relação de trabalho e o objeto de trabalho via projetos de oficinas, encontros, festivais, coletâneas de música, organização de bibliotecas, campeonatos.
A produção cultural e artística tem sido um caminho para um emprego.

“Nas edições do encontro Trocando Idéia, vimos que as capacidades foram se apresentando, jovens a cada ano solicitavam um degrau mais acima nas atividades de formação. Nosso papel será de formação nesta área e podemos exercer um papel importante ao investir na formação de agentes que implementem uma política cultural articulada”, dizem os realizadores.

”Estaremos recebendo inscrições para uma primeira reunião do grupo, onde os interessados apresentarão seu histórico de atividades.”

O início do curso propriamente dito está marcado para o dia 13 de julho, domingo. Sua duração será de três meses, com carga horária de 76 horas. Os encontros serão semanais. Passagens dentro de Porto Alegre e o material necessário para a participação serão subsidiados.

Para mais informações, contatar:

institutotri@riseup.net

www.myspace.com/trocandoideia

Apoio: FLD
Realização : Instituto Tr.i

04 julho 2008










30 junho 2008

25 junho 2008


ação em Porto Alegre - 2000

HIP HOP EM PENSAMENTO

Por: Jean Andrade

Um tempo atrás em um reino não muito distante o Hip Hop era visto e escutado apenas pela galera da periferia que através de "alguma" dificuldade procurava criar canais de divulgação e propagação de suas músicas e sua cultura, sentia-se a necessidade de mais abertura da mídia, de veículos que formassem opinião e que mostrasse o que a juventude do morro estava pensando e escutando, mas a bruxa má da "incompreensão do novo" não deixava.

Foi daí, com o florescer de um novo tempo, o Hip Hop Mainstream americano e suas problemáticas do que fazer com tanto dinheiro e mulheres gostosas, abriu no Brasil espaço para as produções brasileiras, essas de pura contestação social e de "contra-cultura". Grupos e rappers se tornam destaques, aparecem em jornais, revistas, TV, as coisas realmente acontecem seja na questão social, cultural ou em nenhuma das anteriores. Dão nomes diversos: Hip Hop Chic, Cultura de Rua, Street Art, Black Music. Que cultura é essa que pode ter milhares de facetas, ser modificado e ainda manter sua história de conto de fadas, sempre com final feliz.

Aqueles jovens da periferia perderam sua cultura? Não meu senhor, ganharam voz, com o surgimento de veículos e novos espaços, com visibilidade a cultura periférica toma conta do asfalto, toca na festa de aniversário do magnata, virou um lucrativo produto, é vendido e comprado, gera emprego (mesmo que seja para quem as vezes não o mereça). Influencia a moda, as artes. Quer mais conquistas que essas? Uma cultura que já foi "marginal" ser considerada tendência mundial, não é sonho, não.

O momento é agora! De colher os frutos dessa batalha, de agir, produzir NOVOS conhecimentos e novas tendências, influenciar ainda mais para que um dia o "rei" da liberdade tome o seu trono e ajude na construção de um mundo melhor, esse é a mensagem que o Hip Hop vem profetizando desde a década de 60, os "hip hoppers" estão de parabéns.

*Jean Andrade é presidente e co-fundador da Alvo Associação Cultural.

Alexandre orion - OSSARIo - Instituto

23 junho 2008

7

19 junho 2008

The Exhibition

The Exhibition é a expo de KAWS, Jocko Weyland, Jesse Wine, e outros em NY


16 junho 2008

CAMPEONATO DE ARREMESSO DE CELULAR


1º Campeonato brasileiro de arremesso de celular - Tiago Dória Weblog/Videocast from Tiago Doria on Vimeo.

HOJE

Segunda feira, dia 16 de junho, marca o lançamento do novo vídeo da BS Crew, "Quem é Visto Sempre Aparece". A premiére rola as 19h no Cine Olido, região central de São Paulo.
O novo vídeo da BS tem partes com os talentosos Gian Naccarato, Marcelo Formiguinha, Paulinho Barata, Jaílson Siqueira e André Genovesi.

Temos a certeza que podemos esperar desta nova produção uma grande variedade de picos, criatividade e manobras de alto nível, pois quando o assunto é filmar para o vídeo da BS Crew estes skatistas são incansáveis e não medem esforços.

A entrada para o público é gratuíta. O Cine Olido fica na avenida São João, nº 473, Centro.

14 junho 2008

AOS 95 ANOS , MORREU JAMELÃO


SÃO LEOPOLDO INAUGURA 1º NÚCLEO DO SKATE GAÚCHO

"Dia 21 de junho, às 14 horas, ocorre a inauguração e o primeiro evento do Núcleo de Treinamento de Skate, pioneiro no Brasil"



Agora falta pouco. Depois de muita expectativa, finalmente será apresentada para a comunidade skatista de São Leopoldo e Vale do Sinos o primeiro Núcleo de Treinamento de Skate do Brasil. A inauguração está marcada para o dia 21 de junho, um sábado, a partir das 14 horas, no Largo Rui Porto (Av. Dom João Becker, Centro, São Leopoldo). Um ato oficial e a primeira competição vão coroar o investimento do Ministério dos Esportes e da Prefeitura de 177 mil reais, que garantiram uma área de 600 metros quadrados, considerada modelo pela forma como foi concebida e qualidade do material. Homologada e coordenada pela Federação Gaúcha de Skate (Jean Andrade) e Confederação Brasileira de Skate, vai permitir eventos de todos os moldes e formatos, do iniciante ao profissional.

Além de garantir eventos de primeira linha, a pista tem um desenho moderno e tenta reproduzir obstáculos famosos em pistas espalhadas pelo planeta, como em Barcelona, na Espanha, e Tampa, nos Estados Unidos. Segundo o presidente da Associação Aberta dos Skatistas de São Leopoldo (AASSL), Régis Lanning, esse é o resultado de uma luta de quatro anos. “E para que tudo ficasse perfeito, ficamos em cima. Tanto que o piso de granilite original não teve um bom acabamento e conseguimos a troca para concreto queimado, que vai garantir mais qualidade nas manobras e durabilidade no complexo”, diz.


fonte:ALVO Arte Independente

11 junho 2008



Sabe a liberdade que você experimenta na internet --de navegar onde quiser, baixar músicas e filmes, pegar uma foto aqui, um texto ali e colocar em seu blog-- e que parece inerente à rede, como se fosse uma qualidade natural do sistema?

Bem, ela não é assim, como uma dádiva inalienável --pelo contrário, está sendo tomada aos poucos de você, que deve, portanto, lutar para mantê-la.
Divulgação
Jornalista canadense Cory Doctorow, do blog Boing Boing, fala à Folha sobre seu novo livro, liberdade na rede e downloads ilegais
Jornalista canadense Cory Doctorow, do blog Boing Boing, fala à Folha sobre seu novo livro, liberdade na rede e downloads ilegais

Isto é o que pensa Cory Doctorow, 31, jornalista canadense que é uma das personalidades mais conhecidas e respeitadas da rede, graças ao blog do qual é editor, o Boing Boing --o mais popular do mundo, segundo o ranking do site especializado Technorati.com, e vencedor tanto do Oscar dos blogs (o Bloggies) quanto do da rede (o Webby Awards).

No Boing Boing, as dezenas de posts diários focam em assuntos tecnológicos, na defesa dos direitos dos usuários e em cultura popular. O blog também é famoso por estimular boicotes contra grandes corporações --e, contabilizando mais de 3 milhões de pessoas apenas entre seus assinantes, sempre causa grande barulho. Numa briga contra o Bank of America, por exemplo, o blog diz ter gerado uma perda de US$ 2 milhões em contas encerradas.


Liberdade conquistada

"A internet não é livre porque tem uma resistência inata à censura, mas porque as pessoas lutaram muito para mantê-la assim", disse Doctorow em entrevista à Folha, por telefone.

"Hoje, acho que há uma grande aliança de inúmeros grupos que têm cada um sua razão para querer uma internet menos livre, desde donos de direitos autorais até governos opressores e gente preocupada com spam e com os vírus."

Essa preocupação de Doctorow com a liberdade na rede se reflete em seus posts no Boing Boing e, agora, ele a transformou em um livro de ficção, "Little Brother", que acaba de ser lançado no exterior e já está na lista de mais vendidos do jornal "New York Times".

"Sempre usei o Boing Boing como um lugar para guardar minhas anotações sobre o que estou pensando. Eu observo o mundo e vejo coisas que mereceriam livros, escrevo sobre elas no blog e, eventualmente, elas acabam em livros."

O pequeno irmão

"Little Brother" (em oposição ao Big Brother orwelliano) fala de um grupo de jovens de São Francisco que usa a tecnologia para reconquistar sua liberdade que, num cenário fictício, mas longe de ser improvável, foi cerceada pelas ações que o Departamento de Segurança dos EUA adotou para combater o terrorismo, após um ataque.

"Tendo perdido várias das liberdades fundamentais que definem um ser humano livre, eles reagem, constróem uma internet paralela a partir de [consoles de videogames] X-Box hackeados, que não podem ser rastreados", diz Doctorow.

"Havia diversas coisas que eu queria abordar no livro. A mais importante é que, na minha adolescência, via os computadores como uma ferramenta de liberação e, hoje, os garotos vêem, com razão, que os computadores são usados para rastreá-los, para espioná-los e controlá-los."

Filho de professores trotkistas, Doctorow é militante de primeira hora no movimento pela revisão dos conceitos de direito autoral e por isso se aproximou de diversos brasileiros, como o ministro da Cultura, Gilberto Gil, e o advogado Ronaldo Lemos, diretor do projeto Creative Commons (que prevê licenças de direitos autorais flexíveis) no Brasil.

Ele vê uma tendência de "autoritarismo crescente" e rechaça o discurso dos que desejam maior controle sobre a rede e argumentam que querem controlar apenas alguns tipos de tráfego (como os downloads ilegais) e de sites.

"Isso é como a gravidez, ninguém fica só 'um pouco' grávida. Uma pequeno sistema de controle já tornaria a internet completamente diferente da rede livre, porque seria aplicado a inúmeras coisas."

08 junho 2008

06 junho 2008

stencil

03 junho 2008

Porque Pensamentos não tem patentes?


“O copyright já foi uma maneira de garantir uma renda decente aos artistas. Além de nos perguntarmos se ele realmente funcionou nesse sentido – a maioria dos artistas nunca receberam um centavo do sistema de copyright – temos de admitir que ele serve a um propósito completamente diferente no mundo contemporâneo. O copyright agora é a ferramenta usada pelas indústrias editoriais e de cinema, imagem e música para controlar seus mercados.

Essas indústrias decidem se os materiais sobre os quais elas passaram a mão devem ou não ser usados por outros. E se elas permitirem o uso, decidem as condições e o preço. As legislações européia e americana estendem esse privilégio para nada menos que 70 anos após a o falecimento do autor original. Quais as conseqüências? A privatização de uma parcela cada vez maior das nossas expressões culturais, por que é precisamente isso que o copyright faz. Nosso direito democrático à liberdade de trocas culturais e artísticas está sendo levado embora aos poucos, mas veementemente.”

Um mundo sem copyright, por Joost Smiers e Marieke van Schijndel - Porque Pensamentos Não Tem Patentes

02 junho 2008

Galeria Publica de Street Art

Cyberfam - site dos alunos da faculdade de comunicação da Puc-RS , clica na imagem e le a materia.


O QUE É MIDIA SOCIAL..

27 maio 2008

24 maio 2008

19 maio 2008

PROJETO PALAVRAS - ANO 2

PROJETO PALAVRAS

Dia: 16 de maio
Hora:16h as 17h15
Local:Escola estadual Leopoldo Tietbold
Participam: cabes mc ( curitiba)




18 maio 2008

Geert Lovink

Não entendo isso como algo bom [o fato dos brasileiros permanecerem em média 23 horas e 51 minutos online]. Muito provavelmente se deve às circunstâncias sociais, quando não se tem condições de sair de casa.

Gastar muito tempo online em redes de relacionamento também não é um sinal de socialização”.


O escritor holandês Geert Lovink acredita no poder das “webs nacionais”


ÉPOCA – Qual é o mal da internet?
Geert Lovink – Estou preocupado com o surgimento do monopólio do Google. Está acontecendo diante de nossos olhos e não estamos fazendo nada contra isso. Estamos trocando o monopólio da Microsoft pelo do Google. Minha prioridade aqui na Holanda é fazer campanha contra o Google, convencer as pessoas a usar sites de busca alternativos e manter seus provedores de correio eletrônico, e não usar o Gmail.

ÉPOCA – O domínio da Microsoft se dá pelos PCs. Mas o do Google é virtual.
Lovink – Sim. Por isso monopólio não é a melhor palavra. A expressão correta é hegemonia, uma hegemonia tecnológica em que a infra-estrutura que usamos pertence ao Google. Isso é evidente entre os brasileiros, os maiores usuários do Orkut, a rede social da empresa. Quando se usa o Gmail ou o Orkut, todos os seus dados se tornam mercadoria de uma única empresa.

ÉPOCA – Quais são as grandes mudanças da cultura digital nos últimos anos?
Lovink – A web 2.0 com suas redes sociais e um afastamento dos países ocidentais. Não vejo as duas coisas como separadas. Para mim, são uma só. A maioria dos profissionais ainda está antenada no que acontece no Vale do Silício. É preciso ampliar os horizontes. Na próxima fase da internet, não será mais possível pegar as idéias da Califórnia e adotá-las em todo o mundo. No caso dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), não se trata de adaptar, mas de criar culturas digitais distintas.

ÉPOCA – Quando veio ao Brasil em 2005, percebeu algum traço característico dos usuários de computadores daqui?
Lovink – Sim, é bastante óbvio que na cultura brasileira a ênfase sai da produção tradicional de software para um uso abrangente da multimídia. No Brasil, as pessoas não se iniciam na cultura digital aprendendo Linux, mas copiando músicas e produzindo conteúdo. É uma abordagem totalmente diferente.

ÉPOCA – Os 22,7 milhões de usuários residenciais de internet no Brasil permaneceram em média 23 horas e 51 minutos on-line em março, um recorde mundial, à frente dos franceses (21 horas e 30 minutos) e americanos (20 horas e 24 minutos). O que significa isso?
Lovink – Não entendo isso como algo bom. Muito provavelmente se deve às circunstâncias sociais, quando não se tem condições de sair de casa. Gastar muito tempo on-line em redes de relacionamento também não é um sinal de socialização. Está provado que a internet não aumenta a inclusão social.

ÉPOCA – Em Zero Comments (Zero Comentários), o senhor critica a idéia de que a web veio mudar o mundo. Por quê? Lovink – Um dos problemas da educação no século XX foi a separação entre as ciências exatas e as humanas. Isso se reflete hoje no meio digital, onde os tecnólogos, quem estuda e pensa a internet, não conversam com os engenheiros que a criaram, e vice-versa. É ridículo imaginar que uma tecnologia como a web possa resolver os problemas da sociedade. Não existem soluções técnicas para eles. A internet não vai compensar a queda no nível educacional em todo o mundo. Veja bem, não sou contra a internet. Muito ao contrário, eu adoro a rede. Não estou pregando o fim do mundo. A internet não vai trazer a queda da civilização ocidental. Mas ela é incapaz de lidar com a crise no sistema educacional. Não será um laptop cheio de programas educativos que vai mudar isso. É ingênuo acreditar no contrário.

ÉPOCA – O que acha das redes sociais?
Lovink – É disso que eu estava falando! Os engenheiros que criaram a web nos anos 90 jamais imaginaram as redes sociais. Só pensavam em comércio eletrônico. Era uma visão muito estreita. Todas as tecnologias que desembocaram nas redes sociais foram criadas por gente diferente daqueles programadores. Para mim, o importante não é saber como será a internet do futuro, mas manter os canais abertos, sobretudo contra a influência das grandes corporações, para que ela possa se desenvolver da forma mais criativa possível. Não existe ninguém no planeta que saiba aonde tudo isso vai parar. É um enorme convite para que os jovens de todo o mundo possam contribuir.

ÉPOCA – E os blogs?
Lovink – Só na China existem 73 milhões de blogs. É um volume surpreendente. Será que alguém os lê? Não tenho a menor idéia. É o contrário do público da TV, sobre quem se sabe muito. O mundo da web é desconhecido. A internet e a cultura digital se desenvolvem muito mais rápido que a sociedade e suas instituições podem compreender. Quem vai aconselhar os políticos que formulam leis sobre o mundo digital? Quem ensina os jornalistas que escrevem sobre ela? Não tenho respostas para isso. As coisas estão acontecendo mais rápido do que qualquer um é capaz de compreender.

ÉPOCA – Nenhum humano sabe tudo o que acontece na rede, mas as máquinas sabem. Elas censuram 220 milhões de usuários chineses. Esse é nosso futuro?
Lovink – Dizem que apenas o setor de censura emprega 50 mil pessoas. Não devemos subestimar a China. Devemos prestar atenção nela como um modelo. Tenho certeza de que muitos governos secretamente pensam assim. Agora considere as empresas que ajudaram a China a construir seu sistema de censura. Foram a Cisco, a Microsoft, a Nokia, todas as maiores empresas de tecnologia. Se nós devemos culpar alguém, seriam elas. A China é a faceta mais visível de uma nova tendência, o surgimento das webs nacionais.

ÉPOCA – A globalização da web é um sinônimo do declínio da cultura ocidental?
Lovink – Não vejo as coisas assim. O fenômeno que vivemos se parece mais com a criação de muitas interfaces comuns, em que diferentes culturas se chocam, interagem e compartilham. Até o momento, a globalização só tem sido compreendida como um projeto americano. Mas não acho que seja o modo correto de olhar para ela. A globalização também está acontecendo entre o Brasil e a Índia, entre a China e a África. Existem muitas correntes de troca de idéias, de mercadorias. O que espero ver, por exemplo, é um acordo entre o Brasil e a África para a criação de um tipo novo de internet, um acordo de onde surja a rede do futuro.

ÉPOCA – Por que o senhor critica os defensores da liberdade de cópia na rede?
Lovink – Acho que devemos fornecer meios para que a próxima geração da web ganhe dinheiro com ela, possa viver de seu trabalho e de sua criação. O problema é que o pessoal do software livre só pensa em trocar livremente seus programas. Nunca imaginaram como profissionais criativos poderão sobreviver quando nos movermos para uma economia baseada na internet.

09 maio 2008

porto alegre beats rap hip hop trocando ideia tr.i

23 março 2008